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sábado, 26 de janeiro de 2013

CAMINHO VERDADE E VIDA


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Quantas vezes me questiono te questiono, senhor? Que queres que eu faça? É a pergunta. Quantas vezes, julgo ser pura perda de tempo, interrogar-me tanto, quando eu sei que o que me pedes é que eu abra o coração e me deixe invadir pela tua palavra para que, deste modo, sejas tu que habitas em mim que não eu próprio.
Dá-me senhor, esta capacidade de abrir o coração à tua palavra em cada segundo da minha vida.

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (4ª SÉRIE)


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As novas tecnologias permitem-nos gerir o tempo de uma forma completamente diferente. Hoje, em casa, e através da internet é possível realizar múltiplas tarefas que antigamente só seriam possíveis com morosas deslocações. Um depósito bancário ou uma transferência podem ser feitos em casa com o banco e tendo acesso às nossas contas e extractos disponibilizados pelo nosso gestor de conta (antigamente em papel). Também as compras podem ser feitas pela internet assim como os “downloads” de filmes, músicas, documentos, livros, etc., poupando o tempo que se perdia para ir a uma livraria, clube de vídeo ou diversas lojas. É possível, por exemplo visitar um museu, muito embora eu ache que é bem melhor ir ao museu e estar em contacto directo com as obras expostas. Visualizar uma obra directamente é muito mais emocionante do que através de um monitor. O nosso mundo converteu-se numa aldeia global, a comunicação torna-se cada vez mais fácil, chega a todo o lado e a qualquer hora, isso acontece devido às inovações tecnológicas e resultam do desenvolvimento humano provocando transformações sociais e gerando novos hábitos e mudanças a nível cultural.
A comunicação permite uma aproximação social e relativiza as distâncias, o Messenger é um dos exemplos disso, cresce em nós o sentimento de proximidade independentemente do local onde estejamos.
Paulo Gonçalves

sábado, 12 de janeiro de 2013

LEMBRANÇAS (2ª SÉRIE)


Sempre senti Jesus e Maria nos caminhos da minha vida. Jamais poderei dissociar os seus ensinamentos e o amor, neles contidos.
Lembro-me de ir constantemente, à Missa dominical, na Igreja de Nª SRª da Ajuda. Os meus pais nunca me acompanhavam, no entanto, eu tinha necessidade de ir e de ouvir tudo o que ali se transmitia. Recordo as grandiosas homílias do Monsenhor Bastos que chegaram a ser aplaudidas, por todos, de pé.
Recordo que saía da igreja completamente cheio de ideias e aprendizagens que fui, aos poucos, transportando para a minha vida. Hoje sinto alegria pela minha vivência em Cristo, saudades desses tempos, sinal de que fui feliz e sinto que quero ser, cada vez mais, igreja. Nunca esqueço o monsenhor Bastos e tudo o que me transmitiu. Talvez ele não tenha tido a noção do quanto deu a esta terra e a este povo. Uma coisa é certa, Cristo passou dele para nós. Se eu não tivesse sido tocado pelas suas palavras, jamais continuaria a ir à Missa com a pouca idade que tinha, (8,9,10 Anos) com a agravante de ir sozinho e sem o incentivo dos meus pais. Talvez hoje, não fosse como sou. Sinto saudades daquelas homílias e por isso mesmo tenho que dar graças a Deus, que colocou este santo homem na minha paróquia e que marcou muito a minha infância e vida.

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O 1º ELEMENTO (4ª SÉRIE)


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Ano da Fé

A palavra aceitar não nos agrada muito, perdão não nos agrada mesmo nada. Temos sempre algo a dizer; A minha razão é sempre diferente da tua, a tua opinião não é a mesma que a minha etc...etc. Talvez seja por este motivo que não entendemos Deus, é que para que ele aconteça na nossa vida temos que o aceitar e a sua vontade terá que ser respeitada, o problema reside aí. Somos “donos” do nosso “nariz” e ninguém sabe melhor que nós. Uma coisa é certa: Não sabemos nada, nem sequer fomos convidados a escolher viver. Quem somos nós, que tudo o que achamos ser nosso fica cá? Quem somos nós, que passamos a vida a discutir uns com os outros apesar de isso não nos levar a lado nenhum? Vale a pena refletir nos nossos comportamentos muito embora seja difícil mudar porque implica uma grande conversão interior que passa pelo acreditar para confiar e a confiança é um valor quase inexistente na nossa sociedade.
Paulo Gonçalves

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (4ª série)


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Uma das vantagens da evolução tecnológica foi sem dúvida o aparecimento dos dos telemóveis e na globalidade eles tornam-nos a vida mais facilitada. Comunicar atrasos, avarias do carro em plena via pública, deixar de usar os velhos telefones de moedas, chamar um canalizador, ou o electricista.; são situações pelas quais eu já passei e foram resolvidas com a ajuda do telemóvel. Podemos fazer uma chamada de qualquer parte, atender uma chamada e deixá-la em “stand by” para atender outra, usar o cronómetro, calculadora e jogar Tetris, por exemplo, enviar e receber mensagens de texto e de voz, ter acesso à internet, fotografar, fazer pequenos filmes, etc. No emprego é muito útil pois muitos assuntos podem ser resolvidos fora do local de trabalho com um simples telefonema.

Paulo Gonçalves

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

NATAL


Cristo nasce todos os dias
Para todos de forma igual.
Na vida que vai passando.
 
Todos os dias pode ser Natal
Os ensinamentos vão aumentando.
Vamos crescendo e caminhando.
Porque nas palhas estendido,
Está aquele menino de olhos doces
Centro das nossas atenções.

Com ele sentimos emoções
Vivemos a Sagrada Família
Quando o mundo parece perdido
É sentido para a nossa vida.

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

CAMINHO VERDADE E VIDA


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“O filho do homem em berço dourado…
…E tu, Deus menino, em palhas deitado…”
Ter! Ter! Ter! Esta é a palavra de ordem para nós. Eu também, por vezes, desejo tanto ter tantas coisas. Será que este desejo é legítimo? Claro que sim, o problema é que por vezes, no meio de todo este consumismo, me esqueço do fundamental; o bem mais necessário e que fica para além desta vida terrena.
Ensina-me senhor, a ser humilde como tu e que sejas o principal farol orientador da minha vida. Que neste Natal eu não deseje apenas ter, pois muito mais importante que o ter, é fundamental ser!

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O MEU NATAL MENINO (2)


(Um Conto de Natal)
“Mágica Maresia”
Em Dezembro via sempre um camião cheio de árvores de Natal e cada uma tinha uma história para contar. O motorista ordenava-as em fila e ficava à espera que as pessoas as viessem comprar. Pendurava umas luzinhas brilhantes e uma placa em que se podia ler em vermelho: ÁRVORES DE NATAL PARA VENDER
Enquanto o homem se servia de chocolate quente, duma garrafa térmica fumegante, uma mãe, um pai e um menino pararam o carro apressados e começaram a procurar a árvore mais bonita de todas.
O rapazinho ia à frente e com um olhar reluzente, exclamou:
- Elas têm cheiro de Natal, mãe! Sinto o cheiro de Natal em todo o lado. Vamos comprar uma árvore que chegue ao céu. A maior que pudermos encontrar. Uma árvore que chegue ao tecto e nem dê para carregar. Uma árvore tão grande que até mesmo o Pai Natal, quando olhar, se admire e diga: "Esta é a árvore mais bela que já vi neste Natal!"
Para achar o pinheirinho perfeito procuraram com muito cuidado. Aqui e ali, e até mais de uma vez, o pai examinou e balançou mais de seis.
- Mãe, mãe, encontrei, encontrei o pinheirinho de que mais gostei! Tem um   raminho partido, mas pode ficar disfarçado. Do anjinho da avó tiraremos o pó e lá no alto ficará a guardar-nos. 
Podemos comprá-la? Por favor mãe, por favor! - pediu com fervor.
- Que tal um chocolate quente? - perguntou o vendedor indulgente, enquanto   abria o termo para aquela gente. - Isto sim vai aquecer o ambiente!
E em três pequenos copos de papel serviu o chocolate. Brindavam, esperançosos, a mais um Feliz Natal.
- Escolheste muito bem. Este é realmente o melhor pinheirinho. Feliz Natal! – disse o homem, amarrando o pinheiro com um cordão.
Mas o rapazinho estava triste porque o preço era alto demais para o que o pai podia pagar. Foi então que o vendedor lhe fez uma proposta:
- A árvore é tua com uma condição: tens de manter uma promessa. Na noite de Natal, quando te fores deitar e rezar, promete guardar no teu coraçãozinho o encanto do Dia de Natal! E agora corre para casa, senão este vento gelado as tuas bochechas vai queimar.
E assim foi, com o vento zunindo, durante toda a noite gelada. O bom homem   vendeu árvore, após árvore, após árvore. Com cada pessoa que apareceu brindou com o chocolate quente.
E quem jurou manter a promessa de guardar no coração o encanto do Natal, saiu na noite contente, cantando canções alegremente. Quando tudo acabou só uma árvore restou. Mas ninguém estava lá para esta árvore adoptar. Então, o homem vestiu o seu grosso casacão e partiu para a floresta com a última árvore da festa. Deixou o pinheirinho perto de um pequeno riacho, para que as criaturas sem casa pudessem fazer dela a sua morada.
E sorria enquanto tirava os flocos de neve que na sua barba encontrava. Foi então que por detrás de um arbusto uma rena quase lhe pregou um susto. Olhou para ela e sorriu. Fazendo uma festinha na grande criatura, pensou com brandura: "Parece que o Natal chegou novamente! Ainda temos muito chão e muitas coisas para fazer! Vamos para casa, amiga, trabalhar neste Natal que vai começar.”
Olhou para o céu, ouviu os sinos a tocar e, num pestanejar, já lá não estava o vendedor.

Baseado Na história de Howard D. F.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

LEMBRANÇAS (2ª SÉRIE)


Lembranças 11

Nos meus tempos de infância, uma visita de estudo era motivo de grande alegria e euforia. Na noite que antecedia a visita, mal dormia e sonhava com a viagem. Normalmente eu participava em todas. Levava sempre comigo, uma marmita ou tacho pequeno fechado pela tampa com uns elásticos que a minha mãe colocava para proteger a minha refeição. Desde a visita a Grutas, Museus, Santuários, Unidades Industriais, Mosteiros, etc., eu gostava de tudo.
Lembro-me que na hora da refeição a fome era enorme e devorava quase tudo, excepto quando vinha enjoado da viagem, o que de vez em quando acontecia, mas mesmo nessas situações eu gostava muito dos passeios. Quando regressava a casa ansiava, já, pelo próximo.
Eram momentos tão felizes. Sim tenho muitas saudades! O que não daria para voltar a ser criança.

Paulo Gonçalves

domingo, 2 de dezembro de 2012

O 1 º ELEMENTO (4ª SÉRIE)


40
Sentido
A nossa passagem terrena compõe-se de situações e vivências que nos vão marcando de diferentes formas. Parece ser natural, que ao ser humano, os momentos mais negativos, pareçam ser mais marcantes. Ao caminharmos nesta nossa vida terrena partilhamos e somos atingidos por momentos de sofrimento tais como; uma grave doença, a perda de um ente querido ou até mesmo, e noutro patamar, a perda do emprego. Nestas situações a nossa reação imediata é a do desespero e do medo. Esquecemos com muita facilidade que a nossa confiança é uma fraqueza adquirida e não depositamos essa mesma confiança onde a deveríamos depositar. Não está nas nossas mãos o poder de mudar a nossa vida mas já o está na capacidade de direcionar a nossa atenção e a confiança de forma a obter a força que tanta falta faz nestes momentos. Meu Deus se te for possível, faz algo por mim, mas se não for que seja feita a tua vontade e não a minha!
Paulo Gonçalves

ADVENTO


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc 21,25-28.34-36)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas e, na terra, angústia entre as nações, aterradas com o rugido e a agitação do mar. Os homens morrerão de pavor, na expectativa do que vai suceder ao universo, pois as forças celestes serão abaladas. Então, hão-de ver o Filho do homem vir numa nuvem, com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, erguei-vos e levantai a cabeça, porque a vossa libertação está próxima. Tende cuidado convosco, não suceda que os vossos corações se tornem pesados pela devassidão, a embriaguês e as preocupações da vida, e esse dia não vos surpreenda subitamente como uma armadilha, pois ele sobrevirá sobre todos os que habitam a terra inteira. Portanto, vigiai e orai em todo o tempo, para terdes a força de vos livrar de tudo o que vai acontecer e poderdes estar firmes na presença do Filho do homem».
FONTE: BÍBLIA SAGRADA

sábado, 24 de novembro de 2012

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (4ª SÉRIE)


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A rádio foi evoluindo e sofreu profundas transformações aquando do 25 de Abril de 1974, as rádios foram nacionalizadas e é criada a Rádio Difusão Portuguesa. Hoje a RDP sofreu várias reestruturações, cobre todo o território com as suas emissões e mantém um público fiel. Hoje basta uma pessoa para fazer rádio e manter, por exemplo, a passagem de música programada para toda uma noite, tudo isto através do sistema informatizado das rádios. Tempos de publicidade, blocos de notícias, espaços musicais são programados em tempo real para que nada falhe em termos de pontualidade de horários. Que saudade daquela rádio quase artesanal e que nos juntava para ouvir programas de grade sucesso, estou a lembrar-me do “E Quando o Telefone Toca”
Paulo Gonçalves

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

CAMINHO VERDADE E VIDA


3

Dou por mim, vezes sem conta, a pensar, por que motivo a vida tem tantas contrariedades?
Tantos momentos a refletir nas dificuldades, contrariedades, problemas, esquecendo-me de ti, senhor.
Por que motivo sou assim? Quando me foi oferecido tudo o que um homem pode desejar para ser feliz. Uma grande mulher, uns filhos maravilhosos, uns pais exemplares, enfim… família!
Sabendo de antemão que me pegas ao colo, e que ainda que não tivesse nada disso, te devesse dar graças pelo simples, grande, facto, de me teres oferecido o dom da vida.
Em ti, senhor tudo se faz vida e tudo é oferecido. Manipular e complicar é condição humana mas amar é a mais bela condição de Deus.

Paulo Gonçalves

domingo, 11 de novembro de 2012

O 1º ELEMENTO (4ª SÉRIE)


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Valorização

A passagem dos anos vai adicionando marcas à nossa vida. Uma dessas marcas é a nostalgia que por vezes, se traduz em saudades dos momentos de juventude. Não aproveitamos a capacidade que temos para valorizar a sabedoria que os anos nos vão oferecendo, nem nos regozijamos no crescimento natural das nossas vidas. Tudo passa pela vontade de parecermos mais jovens ficando na nossa memória que os anos de juventude foram os melhores da nossa vida, sendo que estes até foram de inseguranças sentidas e de ignorância em relação à felicidade. Afinal é bom viver, é bom crescer e é uma graça de Deus envelhecer!

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (4ª SÉRIE)


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Hoje em dia sintonizar uma emissora de rádio é muito simples, podem ser analógicas, digitais, hertzianas, terrestres, por satélite ou ainda através da internet, mas nem sempre foi assim; No início eram apenas ensaios que se ouviam através de altifalantes à distância de quatrocentos metros e com cinquenta watts, depois várias emissoras foram abrindo numa tentativa de fazer rádio e por fim surgiu em 1933 a Emissora Nacional e logo depois a Rádio Renascença. Era, pois, a rádio, a grande companhia das famílias aos serões.
Velhos serões familiares que se foram perdendo no tempo e na ânsia de múltiplos desenvolvimentos.

Paulo Gonçalves

domingo, 21 de outubro de 2012

O 1º ELEMENTO (4ª SÉRIE)


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Medo
A nossa vida é influenciada por momentos. Vivemos em função de acontecimentos recentes ou futuros. A nossa angústia é transportada para o “hoje” por qualquer coisa que nos aconteceu ou que está para acontecer. Com este tipo de atitude acabamos por não viver o momento atual e único na nossa vida. O medo comanda a nossa disposição e aí entra o nosso desperdício. Desperdiçamos o tempo, a vida, a alegria e nem sequer nos lembramos que a vida é para ser vivida e que quando menos esperarmos se vai.
Paulo Gonçalves

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (4ª SÉRIE)


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Outra questão que me preocupa é a economia mundial, na medida em que isso afecta a minha própria economia e o futuro das populações. As poupanças são em tudo benéficas, uma fonte geradora de riqueza, quer a nível de recursos naturais quer nos recursos financeiros. Uma população que poupa gera riqueza no país fomentando o investimento. É muito importante porque tem influência nos agentes económicos. Nesta análise podemos também focar as taxas de juro que determinam o nível de consumo e quando estão altas existe uma tendência para reduzir o consumo e automaticamente elevar a poupança, proporcionando maiores recursos para o investimento. Quando o Banco Central Europeu (BCE) sobe a taxa pretende isso mesmo, baixar a taxa de inflação, fomentar a poupança e incrementar o investimento. Com a introdução do euro e a adesão ao Sistema Monetário Europeu, Portugal perdeu soberania sobre a política monetária e o poder de decisão passou para o Banco Central Europeu, situado em Frankfurt, estando subjacente o pacto de estabilidade e crescimento. O BCE passou a determinar o valor das taxas de juro na zona euro advindo daí algumas consequências para a nossa economia nomeadamente, a diminuição da sua competitividade. O Banco de Portugal não tem poder de decisão no aumento ou diminuição das taxas de juro, cabendo esta decisão e outras ao Banco Central Europeu.

Paulo Gonçalves

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A TUA PALAVRA


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
(Mc 10,17-30)
Naquele tempo, ia Jesus pôr-Se a caminho, quando um homem se aproximou correndo, ajoelhou diante d’Ele e Lhe perguntou: «Bom Mestre, que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?» Jesus respondeu: «Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão Deus. Tu sabes os mandamentos: ‘Não mates; não cometas adultério; não roubes; não levantes falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe’». O homem disse a Jesus: «Mestre, tudo isso tenho eu cumprido desde a juventude». Jesus olhou para ele com simpatia e respondeu: «Falta-te uma coisa: vai vender o que tens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no Céu. Depois, vem e segue-Me». Ouvindo estas palavras, anuviou-se-lhe o semblante e retirou-se pesaroso, porque era muito rico. Então Jesus, olhando à volta, disse aos discípulos: «Como será difícil para os que têm riquezas entrar no reino de Deus!» Os discípulos ficaram admirados com estas palavras. Mas Jesus afirmou-lhes de novo: «Meus filhos, como é difícil entrar no reino de Deus! É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus». Eles admiraram-se ainda mais e diziam uns aos outros: «Quem pode então salvar-se?» Fitando neles os olhos, Jesus respondeu: «Aos homens é impossível, mas não a Deus, porque a Deus tudo é possível». Pedro começou a dizer-Lhe: «Vê como nós deixámos tudo para Te seguir». Jesus respondeu: «Em verdade vos digo: Todo aquele que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou terras, por minha causa e por causa do Evangelho, receberá cem vezes mais, já neste mundo, em casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e terras, juntamente com perseguições, e, no mundo futuro, a vida eterna».
Fonte: Bíblia Sagrada