(Semana 30)
25.07.10 – S. Tiago Apóstolo
26.07.10 – S. Joaquim e Stª Ana
27.07.10 – Stª Natália
28.07.10 – S. Inocêncio
29.07.10 – Stª Marta
30.07.10 – S.Pedro Crisólogo
31.07.10 – Stº Inácio de Loiola
Paulo Gonçalves
UM BLOGUE TEMÁTICO E CULTURAL
SEGURANÇA DE TEXTOS E DE TODOS OS TRABALHOS
SEGURANÇA DE TEXTOS E DE TODOS OS TRABALHOS
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O 1º ELEMENTO
Capitulo 11
Os Dias do Cinema
Os Dias do Cinema
Recordo, com muita saudade, os meus tempos de infância. Momentos de felicidade, entusiasmo e sonhos. Muitos desses momentos foram vividos nas idas ao Cinema com os meus pais e mais tarde com os amigos. Felizmente os meus pais tiveram a sensibilidade para me levar, por diversas vezes, a estes serões em que parte da população se encontrava nesse mítico e saudoso Cinemar. Eu sonhava e vivia verdadeiros momentos de magia com os filmes que passavam na época. Não consigo esquecer aquele serão em que assisti ao filme “Os Dez Mandamentos” , inesquecível foi também o filme "Grease", cujo bilhete fora reservado com três Meses de antecedência, tal era a loucura e a importância dada a estes momentos. Saí do cinema com vontade de ir, de novo, no dia seguinte.
Paulo Gonçalves
segunda-feira, 19 de julho de 2010
BARÓMETRO PENICHE LIVRE
O Nosso Verão (5)
Todos os anos esperamos, ansiosamente, o Verão. Viver em Peniche, normalmente, traz-nos a sensação de frustração, quando a estação desejada chega. É a Nortada que nunca acaba, são as neblinas, os nevoeiros e como se não bastasse alguma chuva, céu cinzento quase permanentemente e as temperaturas, algo, modestas.
Porque motivo se reveste de magia, esta Peniche, para nós?
Porque motivo, ainda esperamos um Verão cheio de Sol e calor?
Paulo Gonçalves
Todos os anos esperamos, ansiosamente, o Verão. Viver em Peniche, normalmente, traz-nos a sensação de frustração, quando a estação desejada chega. É a Nortada que nunca acaba, são as neblinas, os nevoeiros e como se não bastasse alguma chuva, céu cinzento quase permanentemente e as temperaturas, algo, modestas.
Porque motivo se reveste de magia, esta Peniche, para nós?
Porque motivo, ainda esperamos um Verão cheio de Sol e calor?
Paulo Gonçalves
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
OS SANTOS DA SEMANA
OS SANTOS DA SEMANA
(Semana 29)
18.07.10 – S. Frederico
19.07.10 – Stª Justina
20.07.10 – S. Elias
21.07.10 – S. Lourenço de Brindes
22.07.10 – Stª Maria Madalena
23.07.10 – Stª Brigida
24.07.10 – Stª Cristina
Paulo Gonçalves
(Semana 29)
18.07.10 – S. Frederico
19.07.10 – Stª Justina
20.07.10 – S. Elias
21.07.10 – S. Lourenço de Brindes
22.07.10 – Stª Maria Madalena
23.07.10 – Stª Brigida
24.07.10 – Stª Cristina
Paulo Gonçalves
FESTAS DE Nª SRª DA BOA VIAGEM ONTEM E HOJE
Capitulo 3
As festividades de Nossa senhora da Boa Viagem aconteciam ao fim de semana. Na segunda-feira de manhã realizava-se a Procissão de S. Pedro Gonçalves Telmo e de tarde os pescadores regressavam à faina do mar. Esta situação terminou e foi decretado que a segunda-feira seria feriado municipal, aumentado o número de dias da festa que passou a ser Sábado, Domingo e Segunda, concedendo assim, um dia de descanso aos pescadores. No final dos anos 70 a festa passou a contar com quatro dias de duração prolongando-se até terça-feira, o que se mantém até hoje. A par do programa religioso contou-se sempre com o lado recreativo. Bandas, Noites de Folclore e de fados, bailes, sardinhada oferecida, desfiles e actuações de bandas, vacadas, fogo preso, aquático e aéreo fizeram sempre as delicias dos penichenses.
Paulo Gonçalves
As festividades de Nossa senhora da Boa Viagem aconteciam ao fim de semana. Na segunda-feira de manhã realizava-se a Procissão de S. Pedro Gonçalves Telmo e de tarde os pescadores regressavam à faina do mar. Esta situação terminou e foi decretado que a segunda-feira seria feriado municipal, aumentado o número de dias da festa que passou a ser Sábado, Domingo e Segunda, concedendo assim, um dia de descanso aos pescadores. No final dos anos 70 a festa passou a contar com quatro dias de duração prolongando-se até terça-feira, o que se mantém até hoje. A par do programa religioso contou-se sempre com o lado recreativo. Bandas, Noites de Folclore e de fados, bailes, sardinhada oferecida, desfiles e actuações de bandas, vacadas, fogo preso, aquático e aéreo fizeram sempre as delicias dos penichenses.
Paulo Gonçalves
terça-feira, 13 de julho de 2010
PENICHEVERSO
Verso 4
O som das ondas chega a mim
Numa grande oferenda
Descanso o meu olhar.
Na bela ilha da Berlenga.
Paulo Gonçalves
O som das ondas chega a mim
Numa grande oferenda
Descanso o meu olhar.
Na bela ilha da Berlenga.
Paulo Gonçalves
A Saga do Pobre Azeiteiro
"Coisas de Poesia"
Andava entretido e alegre,
O feliz azeiteiro.
Misturando óleo,
Para a venda render.
Vamos então, que não à tempo a perder.
Campainha aqui. Campainha ali.
-Viva freguesa! Olhe o que trago para si!
-Um Azeite especial e tradicional.
-Uma coisa muito boa!
-E olhe que não encontra igual.
-Senhor Beltrão! Eu digo que não!
- O último que comprei sabia a sabão!
- Levou-me um conto de réis e não gostei.
- Devolva mas é o dinheiro!
- Porque, rica não Sou!
Pobre azeiteiro, conhecido ficou.
Para bem longe abalou.
Sob ameaça de catana.
Ou não devolvesse o dinheiro,
Que enganando roubou.
Paulo Gonçalves
Andava entretido e alegre,
O feliz azeiteiro.
Misturando óleo,
Para a venda render.
Vamos então, que não à tempo a perder.
Campainha aqui. Campainha ali.
-Viva freguesa! Olhe o que trago para si!
-Um Azeite especial e tradicional.
-Uma coisa muito boa!
-E olhe que não encontra igual.
-Senhor Beltrão! Eu digo que não!
- O último que comprei sabia a sabão!
- Levou-me um conto de réis e não gostei.
- Devolva mas é o dinheiro!
- Porque, rica não Sou!
Pobre azeiteiro, conhecido ficou.
Para bem longe abalou.
Sob ameaça de catana.
Ou não devolvesse o dinheiro,
Que enganando roubou.
Paulo Gonçalves
MÁGICA MARESIA
A Saga do Pobre Azeiteiro
Andava entretido e alegre, o feliz azeiteiro.
Misturando óleo, para a venda render.
Vamos então, que não à tempo a perder!
Garrafas e garrafões, cuidadosamente colocados no seu humilde carrinho, dando ideia de poucos trocados.
As ruas da cidade percorridas, em ânsia de amealhar. Há que fazer dinheiro, pois precisa de poupar!
Não pode chegar a casa com azeite por vender.
Sinal de fracasso pois o dinheiro tem mesmo que crescer; e vender pouco?
Não pode acontecer!
Campainha aqui. Campainha ali.
-Viva freguesa! Olhe o que trago para si! Um Azeite especial e tradicional.
Uma coisa muito boa! E olhe que não encontra igual!
-Senhor Beltrão! Eu digo que não! O último que comprei sabia a sabão!
Levou-me um conto de réis e não gostei. Devolva mas é o dinheiro! Porque, rica não Sou!
Pobre azeiteiro, conhecido ficou. Para bem longe abalou.
Sob ameaça de catana. Ou não devolvesse o dinheiro, que enganando roubou.
Antigamente era usual comprar o azeite aos azeiteiros que vendiam de porta em porta.
Hoje com as grandes superfícies comerciais as coisas processam-se de maneira diferente.
Esta e muitas outras tradições foram-se perdendo e hoje dificilmente detectamos as substâncias contidas nos produtos que adquirimos.
Lembro-me do sabor do azeite que era adquirido desta maneira. No entanto, nem todos tinham qualidade, tal como é demonstrado nesta história.
Paulo Gonçalves
Andava entretido e alegre, o feliz azeiteiro.
Misturando óleo, para a venda render.
Vamos então, que não à tempo a perder!
Garrafas e garrafões, cuidadosamente colocados no seu humilde carrinho, dando ideia de poucos trocados.
As ruas da cidade percorridas, em ânsia de amealhar. Há que fazer dinheiro, pois precisa de poupar!
Não pode chegar a casa com azeite por vender.
Sinal de fracasso pois o dinheiro tem mesmo que crescer; e vender pouco?
Não pode acontecer!
Campainha aqui. Campainha ali.
-Viva freguesa! Olhe o que trago para si! Um Azeite especial e tradicional.
Uma coisa muito boa! E olhe que não encontra igual!
-Senhor Beltrão! Eu digo que não! O último que comprei sabia a sabão!
Levou-me um conto de réis e não gostei. Devolva mas é o dinheiro! Porque, rica não Sou!
Pobre azeiteiro, conhecido ficou. Para bem longe abalou.
Sob ameaça de catana. Ou não devolvesse o dinheiro, que enganando roubou.
Antigamente era usual comprar o azeite aos azeiteiros que vendiam de porta em porta.
Hoje com as grandes superfícies comerciais as coisas processam-se de maneira diferente.
Esta e muitas outras tradições foram-se perdendo e hoje dificilmente detectamos as substâncias contidas nos produtos que adquirimos.
Lembro-me do sabor do azeite que era adquirido desta maneira. No entanto, nem todos tinham qualidade, tal como é demonstrado nesta história.
Paulo Gonçalves
segunda-feira, 12 de julho de 2010
BARÓMETRO
Mercado mensal (4)
A tradicional feira tem reunido, mês após mês a população de Peniche e forasteiros.
É um acontecimento em que proporciona o ponto de encontro entre as pessoas. Antigamente acontecia no Campo da República e traduzia-se, a meu ver, num maior tradicionalismo. Hoje este mercado acontece junto aos portões de Peniche de Cima e parece definhar. As pessoas não gostam e os feirantes também não.
Porque motivo se mudam as tradições de uma terra?
Porque queremos ser tão modernos?
Porque que é que na tentativa de melhorar uma tradição, mudando-a, estragamo-la e perde a graça?
Paulo Gonçalves
sexta-feira, 9 de julho de 2010
FESTAS DE Nª SRª DA BOA VIAGEM ONTEM E HOJE
Capitulo 2
Em meados do séc. XX, as procissões eram enormíssimas. A procissão de Domingo, em terra, chegou mesmo a ser considerada a maior em todo o país. Estavam nela, representadas, alfaias do culto, alunos das diversas escolas, vários grupos de trabalhadores das indústrias locais, diversas bandas filarmónicas, trabalhadores do comércio, vários estandartes, crianças vestidas a rigor representando passagens da vida de Cristo e os pescadores iam trajados a rigor com as roupas que usavam na faina do mar. Eram procissões belíssimas, carregadas de tradição e sentimento popular. Era o apelo em massa para agradecimento e protecção de Maria nas duras viagens pelo mar. No final, tal como hoje acontece, na Procissão de Domingo, havia uma largada de pombos com um forte aplauso a Nossa Senhora. Este era e ainda é, um vibrante momento de comoção.
Paulo Gonçalves
Em meados do séc. XX, as procissões eram enormíssimas. A procissão de Domingo, em terra, chegou mesmo a ser considerada a maior em todo o país. Estavam nela, representadas, alfaias do culto, alunos das diversas escolas, vários grupos de trabalhadores das indústrias locais, diversas bandas filarmónicas, trabalhadores do comércio, vários estandartes, crianças vestidas a rigor representando passagens da vida de Cristo e os pescadores iam trajados a rigor com as roupas que usavam na faina do mar. Eram procissões belíssimas, carregadas de tradição e sentimento popular. Era o apelo em massa para agradecimento e protecção de Maria nas duras viagens pelo mar. No final, tal como hoje acontece, na Procissão de Domingo, havia uma largada de pombos com um forte aplauso a Nossa Senhora. Este era e ainda é, um vibrante momento de comoção.
Paulo Gonçalves
O 1º ELEMENTO
Capitulo 10
Sonhos
Quantas vezes, acordamos mal dispostos porque sonhamos durante a noite? Quanto, do nosso tempo, passamos a sonhar com uma vida diferente da que temos? Férias, Maior disponibilidade financeira, algumas obras, tão necessárias, lá em casa. Por vezes sentimo-nos mal com esse tipo de desejo porque não o conseguimos concretizar. No entanto é importante que saibamos que sonhar é muito bom. O Sonho impulsiona-nos para a concretização de muitos projectos pessoais. Como dizia o poeta “ O Sonho Comanda a Vida” e não sonhar é morrer em vida.
Paulo Gonçalves
Sonhos
Quantas vezes, acordamos mal dispostos porque sonhamos durante a noite? Quanto, do nosso tempo, passamos a sonhar com uma vida diferente da que temos? Férias, Maior disponibilidade financeira, algumas obras, tão necessárias, lá em casa. Por vezes sentimo-nos mal com esse tipo de desejo porque não o conseguimos concretizar. No entanto é importante que saibamos que sonhar é muito bom. O Sonho impulsiona-nos para a concretização de muitos projectos pessoais. Como dizia o poeta “ O Sonho Comanda a Vida” e não sonhar é morrer em vida.
Paulo Gonçalves
segunda-feira, 5 de julho de 2010
BARÓMETRO PENICHE LIVRE
Porto de Pesca (3)
Quando visito a nossa ribeira, recordo sempre com saudade, os tempos em que o peixe, ali era descarregado. Hoje temos um Porto de Pesca moderno e já não assistimos, como antigamente, à descarga do peixe. Quem não se lembra da grande praia dos barcos?
Será que necessitávamos de abandonar esta tipicidade?
Paulo Gonçalves
Quando visito a nossa ribeira, recordo sempre com saudade, os tempos em que o peixe, ali era descarregado. Hoje temos um Porto de Pesca moderno e já não assistimos, como antigamente, à descarga do peixe. Quem não se lembra da grande praia dos barcos?
Será que necessitávamos de abandonar esta tipicidade?
Paulo Gonçalves
sexta-feira, 2 de julho de 2010
FESTAS DE Nª SRª DA BOA VIAGEM ONTEM E HOJE
Capitulo 1
No final dos anos quarenta, as Festividades em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem foram alvo de profundas alterações. Era urgente solidificar as manifestações de fé tão debilitadas e alteradas na sua essência. O incremento imposto pelo Monsenhor Bastos, (Então Padre Bastos), foi essencial na consolidação desta tradição.
O momento da Procissão no Mar foi definitivamente denominado como o mais alto destas festividades. Esta grande e única celebração passou a acontecer anualmente sem interrupções. O apelo a todas as embarcações para participarem nesta grandiosa manifestação de fé, (Única no país), trouxe até nós embarcações de diversos portos, que vinham desfilar juntamente com as nossas. As embarcações eram cuidadosamente enfeitadas com bandeirinhas de papel, de diversas cores. No final esta procissão era engrandecida com um espectacular fogo de Artificio. Maria era assim, grandiosamente enaltecida, através da fé e confiança nela depositada pelos pescadores e população.
Esta procissão tem na sua essência, o marcado cunho pessoal de Monsenhor Bastos.
Paulo Gonçalves
No final dos anos quarenta, as Festividades em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem foram alvo de profundas alterações. Era urgente solidificar as manifestações de fé tão debilitadas e alteradas na sua essência. O incremento imposto pelo Monsenhor Bastos, (Então Padre Bastos), foi essencial na consolidação desta tradição.
O momento da Procissão no Mar foi definitivamente denominado como o mais alto destas festividades. Esta grande e única celebração passou a acontecer anualmente sem interrupções. O apelo a todas as embarcações para participarem nesta grandiosa manifestação de fé, (Única no país), trouxe até nós embarcações de diversos portos, que vinham desfilar juntamente com as nossas. As embarcações eram cuidadosamente enfeitadas com bandeirinhas de papel, de diversas cores. No final esta procissão era engrandecida com um espectacular fogo de Artificio. Maria era assim, grandiosamente enaltecida, através da fé e confiança nela depositada pelos pescadores e população.
Esta procissão tem na sua essência, o marcado cunho pessoal de Monsenhor Bastos.
Paulo Gonçalves
O 1º ELEMENTO
Capitulo 9
Alimentação
Nos tempos que correm recorre-se cada vez mais à “Fast Food”, por ser mais rápida e barata, porém com uma grande quantidade de colesterol que, quando consumido assiduamente, se vai alojando nas artérias através da corrente sanguínea, contribuindo para o seu entupimento que consequentemente trará doenças cardiovasculares. É importante reduzir este tipo de alimentação e contrabalançar com uma aproximação à dieta mediterrânica. Aumentando o consumo de azeite, optando pelo consumo de vinho (1 copo) às refeições, ingerindo muita sopa de legumes, às duas principais refeições, abusar da fruta da época e beber muita água. Comer muitas saladas e optar, preferencialmente, pelos pratos de peixe é uma atitude acertada. Assim, assistimos a uma redução das gorduras no organismo e a um aumento das vitaminas, proteínas e Anti - oxidantes tão necessários ao organismo. O Sabor aliado ao cuidado fará com que nos sintamos melhor.
Paulo Gonçalves
Alimentação
Nos tempos que correm recorre-se cada vez mais à “Fast Food”, por ser mais rápida e barata, porém com uma grande quantidade de colesterol que, quando consumido assiduamente, se vai alojando nas artérias através da corrente sanguínea, contribuindo para o seu entupimento que consequentemente trará doenças cardiovasculares. É importante reduzir este tipo de alimentação e contrabalançar com uma aproximação à dieta mediterrânica. Aumentando o consumo de azeite, optando pelo consumo de vinho (1 copo) às refeições, ingerindo muita sopa de legumes, às duas principais refeições, abusar da fruta da época e beber muita água. Comer muitas saladas e optar, preferencialmente, pelos pratos de peixe é uma atitude acertada. Assim, assistimos a uma redução das gorduras no organismo e a um aumento das vitaminas, proteínas e Anti - oxidantes tão necessários ao organismo. O Sabor aliado ao cuidado fará com que nos sintamos melhor.
Paulo Gonçalves
quinta-feira, 1 de julho de 2010
OS SANTOS DA SEMANA
(Semana 27)
04.07.10 – Stª Isabel de Portugal
05.07.10 – Stº António M. Zacarias
06.07.10 – Stª Maria Goreti
07.07.10 – S. Cirilo
08.07.10 – S. Pedro Eremita
09.07.10 – Stª Verónica
10.07.10 – Stª Felicidade
Paulo Gonçalves
04.07.10 – Stª Isabel de Portugal
05.07.10 – Stº António M. Zacarias
06.07.10 – Stª Maria Goreti
07.07.10 – S. Cirilo
08.07.10 – S. Pedro Eremita
09.07.10 – Stª Verónica
10.07.10 – Stª Felicidade
Paulo Gonçalves
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