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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

FALAREI CONSIGO



8 (Último)
  
Crédito ou Divida?

A população está toda ela endividada. Foi o melhor caminho ou foi simplesmente o único?
Não existirá outra solução para que consigamos o mesmo nível de conforto, nesta nossa vida?
A opinião da sociedade conta e por isso vale a pena discutir, dialogar opinar e partilhar.
Aguardo comentários.

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SENHORA DO MAR


(Senhora da Boa Viagem)

Agosto! Mês de luz!
Puro!
Doce de algodão e farturas.
O azul do céu é mais forte.
Com ele, o vento Norte…
…Embala quem navega no mar.
Reza-se, implora-se,
Para que nos brinde a sorte.
Encantos de neblina…
…Fina!...Suave!
Porto de águas límpidas.
Bela terra que amo amar!
Na tua frota sempre presente…
A Senhora do Mar!

Paulo Gonçalves

domingo, 29 de julho de 2012

O “Alcatraz” da Ribeira


Naquele café de infância
Onde a felicidade senti.
Grandeza mágica de brincadeiras.
Momentos que nunca esqueci
Mar imenso, ribeira velha.
Alegria e sonhos vividos
Farrapos de ternura
Sentimentos nunca esquecidos.
Maresia e liberdade.
Aroma inesquecível.
Do terraço daquele café
Bela Peniche era visível.
 Numa dádiva de fé,
Labutou o pescador
Nesta bela ribeira
Manifestou o seu amor
Maria partia para o mar.
Em beleza que nos apraz!
Como magia, vivi…
Naquele café “Alcatraz”

Paulo Gonçalves

quinta-feira, 26 de julho de 2012

SENHORA DA BOA VIAGEM


“Mágica Maresia”

Senhora Da Boa Viagem
Dá-me a luz do vosso olhar,
Pois rezando a vossos pés,
Está um velho homem do mar.

O prior, vendo aquele velho homem do mar, tão compenetrado, aproximou-se dele e indagou…
- Bom dia!
-Bom dia Sr. prior. - Respondeu
- Meu bom homem, que fazes por aqui?
- Converso com a Senhora da Boa Viagem.
- E do que lhe falas?
- Falo-lhe assim…
- Senhora entrego-te a minha vida, ela conduz-se no teu amor.
Confio na tua graça, pois sei que me levas a nosso senhor. No mar busco o pão, aí nunca me faltas, ao redor da mesa os meus filhos brincam e alimentam-se. A minha família é feliz e o meu coração confia no teu amado filho.
- Muito bem. Fico feliz por reconheceres a graça de Deus na tua vida. E agora qual é a tua obra? Questionou o padre.
- A minha obra?
- Sim. Que fazes tu para que Jesus seja sinal de esperança para os outros?
- Se calhar não faço grande coisa. A minha família sabe que a amo, que faço tudo por eles. No trabalho tento ser cordial e tenho feito amigos. Estou feliz. Se calhar falta mais, muito mais!
- A embarcação onde trabalhas participa na Procissão do Mar?
- Eles não queriam.
- Não? O que lhes fez mudar de ideias? Questionou o Padre.
- A minha visão em relação a Deus. Falei-lhes de tudo isto que acabei de falar consigo.
- E eles?
- Refletiram e acabaram por concordar. Entregamos, assim, toda a nossa confiança na Nossa senhora.
- Meu bom homem. Trabalhaste a obra de Deus na terra. Nesse caso és sal!
- Sal?!
- Sim, o sal que dá sabor. Tempero… esse tempero diferente que é ser cristão.
Essa postura que se passa aos outros que os contagia e evangeliza. Essa palavra que nos alimenta, que é palavra de Deus e que o mundo tanto necessita.
A procissão do Mar é uma mensagem evangelizadora para o mundo, tal como todos os atos de fé, pois tem na sua mais pura essência o amor de Cristo.
Por isso lhe dizemos;


Num lindo cântico ao céu
Vou implorar com fervor
Que nos concedas a graça
A graça do vosso Amor


Boa festa para ti, homem de fé.

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 18 de julho de 2012

LEMBRANÇAS


Capitulo 8

Recordo com muita saudade os meus tempos de escola desde a primária, as vivências, os sonhos, o entusiasmo, os amigos, os namoros e os professores. O meu primeiro dia de aulas foi inesquecível. Gostava muito de Português, Biologia e das matérias ligadas ao clima, também aprendi muito em religião e Moral, disciplina que esteve sempre presente. Lembro-me de na infância, gostar de brincar com os meus vizinhos e colegas de escola e do que mais gostava era de jogar ao berlinde e ao peão. Além de ser divertido gerava a competição entre nós, pois todos queríamos vencer o jogo, estes momentos fomentavam e alicerçavam a nossa amizade. Recordo com bastante saudade os Verões, as férias grandes e logo no início as festas dos Santos Populares com as fogueiras organizadas por todos. A minha rua era ponto de encontro entre os vizinhos. Sentia-me particularmente feliz porque tinha terminado o trabalho e as férias estendiam-se no tempo. Recordo igualmente os meses de Julho e Agosto em que passava muito tempo no café de uma tia minha (Café Alcatraz), na Ribeira, ainda no tempo em que o pescado ali era descarregado. Eram meses cheios de magia com a chegada dos divertimentos para as festas em honra de Nª SRª da Boa Viagem (Festas da Cidade). O brilho de felicidade era bem visível nos nossos olhos assim que chegava um Carrossel ou pista de carrinhos. Os dias da festa eram uma alegria, sempre achei a Procissão no Mar um acontecimento muito bonito, ficava fascinado ao ver todos os barcos iluminados e sempre gostei muito dos fogos-de-artifício, sentia e ainda hoje sinto orgulho quando oiço elogios a esta magnífica e comovente manifestação de fé, cheia de luz e cor.

Paulo Gonçalves

sábado, 7 de julho de 2012

O 1º ELEMENTO (3ª SÉRIE)


36 (ÚLTIMO)

VALORES
O mundo está em crise
O mundo é governado pelo homem
O mundo está em guerra
O homem ordena
As crianças passam fome
A banca é subsidiada
O Papa fala
O Homem revolta-se
A Igreja orienta
O homem acha que não deve
Desde sempre que o mundo foi governado pelo homem e continuam a fome, a guerra, as desigualdades e a miséria humana, só para alguns.

Infelizmente continuam as violações dos direitos humanos!
O 1º ELEMENTO REGRESSA EM SETEMBRO COM A SUA 4ª SÉRIE


PAULO GONÇALVES

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O 1º ELEMENTO (3ª SÉRIE)


35
Exclusão
A nossa sociedade caminha de tal forma fragilizada, que se criam grupos de minorias.
Seja por falta de formação, por negligência, ou simplesmente por falta de tempo e atenção, certo é que cada vez mais existem os excluídos da sociedade. A toxicodependência é um exemplo concreto de como alguém se desvia do seu natural percurso, caminhando para a sua própria destruição. A par dele irão sofrer todos os que o rodeiam, sendo que será sempre um elemento desestabilizador no seio familiar e humano. Valores mal construídos, mal instruídos, ou simplesmente fraqueza genética? Este problema traduz uma verdadeira fragilidade humana e demonstra que sem o verdadeiro sustentáculo da vida que é Jesus Cristo, dificilmente conseguiremos ser grandes e exemplo de vida. Não digo que o Senhor não ame este ser, claro que sim! No entanto tenho a firme convicção de que um pai que ama verdadeiramente e naturalmente o seu filho, jamais desejará para ele, este destino. Por isso devemos estar atentos à sua palavra, ouvindo e assimilando os seus ensinamentos. Os evangelhos são uma autêntica formação pessoal e humana que pode e deve ser absorvida todas as semanas ou até mesmo todos os dias com a vantagem de a sua audição ser gratuita.

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 27 de junho de 2012

FALAREI CONSIGO


4
Devemos, ou não, ter  fé?
                                                  
Que igreja devemos seguir?
As seitas terão alguma razão na sua teologia?
Jesus fundou apenas uma igreja.
Quem seguimos afinal? Será positivo o aparecimento de sucessivas igrejas?
A opinião da sociedade conta e por isso vale a pena discutir, dialogar opinar e partilhar.
Aguardo comentários.

Paulo Gonçalves

VERÃO PENICHE 2012


Dia do pescador.
Dia da Criança
 Carnaval de Verão
Santos Populares
Tradicional Corrida das Fogueiras

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O MALMEQUER


"Mágica Maresia"
Colhi um malmequer no jardim.
Era belo e branquinho.
Os outros eram amarelos.
E este estava sempre sozinho.

Sentia-se triste, naquele dia cinzento, porque os outros não lhe ligavam.
- Digam-me lá bom dia! Afinal porque não me falam?
Respondeu-lhe então o amarelo.
- Não te falamos, pois então! És diferente de todos nós.
- Mas que culpa tenho eu? Não escolhi ser assim. Retorquiu.
- Pois… Nós é que não temos culpa de te ter por aqui!
Entretanto o sol apareceu.
Realçando as suas cores
Aquele campo assim…
Libertou os seus odores.
Reuniram os malmequeres amarelos
Com o intuito de lhe cobrirem o Sol
O sol revoltado…
Mostrou-se bastante zangado.
- Afinal o que se passa?! Questionou.
-Não gostamos deste malmequer. É o único com esta cor. Não o achamos normal. Disse o malmequer amarelo.
O sol nem queria acreditar.
- Tenho que repartir os meus raios por todos. Vós sois muito bonitos e todos filhos de Deus que é nosso criador. Desrespeitar só porque é diferente é muito injusto. Estais a desprezar algo criado por Deus. Gostaríeis de ser desprezados?
- Não! Responderam em uníssono.
- Por ordem do senhor, o meu calor é para todos. Nunca, ninguém foi excluído!
Se nasceu, tem direito de viver e é belo como vós! Exala perfume como vós! Está no meio de vós!
Os malmequeres conversavam entre si envergonhados pela atitude que vinham tendo com o seu semelhante.
- Desculpa-nos malmequer branco. Fomos injustos contigo. A partir de hoje vamos ser teus amigos.
O malmequer branco regozijou de alegria e o sol brilhou ainda com mais vigor.
A igualdade é inimiga da discriminação mas amiga do homem.

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O 1º ELEMENTO (3ª SÉRIE)


34
Vida

Passamos pela vida e nem nos apercebemos que ela passa por nós.
A correria é constante e no nosso dia-a-dia implicamos com o outro por tudo e por nada. Acontece no trabalho, em família, com os vizinhos e até com as condições meteorológicas. Nunca estamos satisfeitos com nada. De vez em quando lá vamos ao encontro de uma esperança, de algo que nos transcenda e isso, normalmente acontece quando estamos mal.
Quando as coisas nos correm bem nem sequer nos passa pela cabeça que um dia, alguém se entregou por todos nós e que ao faze-lo deixou todo um testemunho de amor, salvação e ressurreição. Por que motivo isso nos passa ao lado? Por que motivo continuamos a preferir guerrear ao invés de lhe seguirmos as pisadas, valorizando e respeitando tudo o que fez por nós?
Penso que vale a pena refletir, quanto mais não seja para fazermos o diagnóstico acerca da postura que adotamos perante a vida.

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O 1º ELEMENTO (3ª SÉRIE)


33
Crédito pessoal
Porque a crise continua, justifica-se o regresso a este assunto tão problemático.
Quase ninguém consegue viver e construir a sua vida sem ter por base um, dois, três ou mais créditos. São vários e conseguidos das mais diversas maneiras pelas diferentes instituições financeiras.
Usamos e abusamos do cartão de crédito. A casa, o carro, as obras lá em casa, mobílias, férias, computadores, e até vestuário, tudo se adquire recorrendo ao crédito.
Verificamos que muitas famílias estão completamente “estranguladas” porque não conseguem liquidar tantas prestações e recorrem a crédito adicional para pagar os créditos mais antigos. Sendo este um ciclo vicioso, aniquila a tranquilidade de qualquer família conduzindo-a à rotura. Aquilo que o homem pede é tudo menos o que vem do alto. O desejo de possuir bens materiais sobrepõe-se a tudo. A gestão das nossas vidas torna-se tanto mais desastrosa à medida que aumenta o nosso desejo de consumir. Um dia, aquando da nossa partida, só levaremos a roupa que alguém nos vestirá. Os bens materiais não caberão na sepultura.

Paulo Gonçalves

sábado, 2 de junho de 2012

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (3ª SÉRIE)


23  
(ÚLTIMO)
(O CANTINHO REGRESSA EM SETEMBRO COM A SUA 4ª SÉRIE)

É deveras importante o património natural que nem sempre é devidamente preservado. A ilha da Berlenga foi candidata às 7 maravilhas da Natureza, e posteriormente classificada como reserva da biosfera, pela Unesco. Este arquipélago nem sempre é devidamente preservado. O homem continua a depositar lixo por todo lado, no entanto algo tem sido feito. Recentemente a Câmara Municipal decidiu organizar uma limpeza subaquática. Também têm sido organizadas várias recolhas de lixo na ilha de forma a mantê-la limpa e fomentar novos hábitos. Foi limitado o número de visitantes que passou a ser de 350 por dia e para além disto decorreram obras para abastecimento de água, produção própria de energia, recolha de lixos e esgotos.
Valorizar e manter em bom estado o que nos rodeia é algo fundamental para nos afirmarmos como seres humanos, merecedores de habitar a terra.

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A PESCARIA


“Mágica Maresia”

Estava um belo dia de Sol. O chilrear dos pássaros denotava a estação que se vivia. O aroma do campo chegava a si em forma de desafio. Podia vislumbrar pelas cortinas o doce balancear das folhas do vasto arvoredo que era imensidão. O vermelho e branco do prado deixava antever uma diversidade de flores campestres. A casa de montanha confundia-se e embrenhava-se na esplêndida paisagem.
 Levantou-se e dirigiu-se para a cozinha para tomar a sua primeira refeição.
- Vou mesmo trazer aquele peixe enorme. Vai ser hoje!
Joaquim resolveu aproveitar o dia ao máximo, fazendo o que mais gostava, pescar.
Entre assobios e pequenos cânticos, lá foi todo satisfeito para o lago. O seu entusiasmo era regado de perfumes, cor e raios de sol.
Ao chegar deparou-se com um seu vizinho, Mário, com o qual nunca simpatizou, e que chegou um pouco antes de si.
- Bom dia! Disse o seu vizinho.
- Bom dia! Respondeu de forma rude.
- Hoje vou pescar um daqueles…
- Acho que eu é que vou! Retorquiu o Joaquim, reforçando a sua antipatia para com o seu colega.
A pescaria assim começou e a espera foi longa. O Joaquim congratulava-se pelo facto de as águas límpidas do rio não ofertarem nada ao seu vizinho.
- Eh! Eh! Não hás-de conseguir nada! Ou não me chame Joaquim!
Por fim a cana deu sinal e o Joaquim já gritava de felicidade.
- É agora! É agora!
Mas qual não foi o seu espanto, quando olhou para o seu lado esquerdo, verificou que se passava o mesmo com o seu vizinho.
- Não acredito!
Ficou ainda mais desiludido ao verificar que as suas sedas se tinham juntado e que o peixe vinha agarrado às duas.
-Desculpe mas o peixe é meu! Disse o Joaquim.
- Olhe que não! O peixe também me pertence, está agarrado à minha cana!
- Não me provoque! Eu cheguei primeiro!
- Não me provoque você! Dividimos o peixe a meio! Retorquiu Mário.
- Nem pensar! Dê-mo!
E dizendo isto deu um forte puxão na cana que originou a queda do peixe na água do rio.
Os dois ficaram revoltados.
-Veja o que fez! A culpa é sua! Seu… Disse o Joaquim.
-Não! Não tive culpa nenhuma! E dizendo isto resolve ficar calado, continuando, pensativo, a pescaria.
Passados alguns minutos o Mário pesca um peixe enorme que se apressa em retirar da seda.
O Joaquim pensava: “Não é justo. Queria pescar e por causa deste sujeito fiquei sem o peixe e agora ele apanhou um! Deve estar todo feliz da vida a gozar comigo. Que ódio!”
Entretanto o Mário aproximou-se com o peixe na mão e disse:
- Olhe, eu nem sequer gosto muito de peixe, por isso ofereço-lhe.
O Joaquim olhou-o estupefacto.
- Mas porque faz isso? Eu vou pescar um com toda a certeza!
- Aceite por favor. Não me trás felicidade levar este peixe para casa, sabendo que o meu vizinho o queria para si. Ainda por cima só o pesquei por desporto. Tome! Disse entregando-lhe o peixe.
O Joaquim olhou estupefacto para o seu vizinho. A ganância e o egoísmo são inimigos da convivência. A partilha mostra o quanto é bom dar e conviver com o nosso semelhante.
Dando se recebe e quem recebe tem sempre algo para dar.
Paulo Gonçalves

quinta-feira, 17 de maio de 2012

FALAREI CONSIGO


Toxicodependência: Rumo ou Alheamento?

Teremos direito de colocar em risco a nossa vida e a dos nossos familiares sob a desculpa de nos alhearmos das nossas duras realidades?
A opinião da sociedade conta e por isso vale a pena discutir, dialogar opinar e partilhar.
Aguardo comentários.

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 9 de maio de 2012

LEMBRANÇAS


Capitulo 7

Uma das coisas que me fascinavam na minha infância era o cinema. Lembro as idas, com os meus pais, ao saudoso “Cinemar”. Nunca vou esquecer a noite em que vi o filme “Os Dez Mandamentos”. Da mesma forma não esqueço os filmes da Disney, a Pipi das Meias Altas e filmes do Joselito. Também assisti a sessões no auditório do Stella Maris. O cinema indiano abundou também, numa altura em que estava na moda e todas as semanas passava um filme. A minha mãe não perdia um e eu acompanhava.
Lembro também os momentos, para mim, mais marcantes da televisão. Séries como a “Heidi”, “Marco” “Verão Azul” e “Benny Hill”. Não perdia um episódio. Sonhei muitas vezes que fazia também, parte das séries e quando me deitava imaginava a sua continuação mas comigo também como personagem integrante da história.

Paulo Gonçalves

terça-feira, 1 de maio de 2012

O 1º ELEMENTO (3ª SÉRIE)


32
Televisão

Quem não se lembra da nossa televisão de antigamente e promotora de serões tão familiares?
Séries, Noites de Cinema, Teatro e programas de comédia à portuguesa.
Hoje, tais serões não são possíveis. As novelas são tantas que até enjoam. As boas séries passam a horas tardias e os filmes à noite…nem vê-los. Ver televisão é receber educação. Que tipo de educação e formação poderemos ter com a cultura que advém das novelas de linguagem barata? Que sociedade se constrói quando as imagens que nos chegam a casa são de programas de coscuvilhice alheia, guerras, e obsessão na imagem corporal? Que resistência temos perante tanta publicidade a toda a hora? Em que nos tornámos? Perfeitas máquinas de consumo e o tempo vai passando sem que nos apercebamos que estamos a perder o essencial… VIVER! AMAR! VALORIZAR!
Hoje tudo parece fácil.
Hoje, tudo parece vir parar às nossas mãos de bandeja!
SERÁ QUE É MESMO ASSIM?

Paulo Gonçalves

MÊS DE MARIA


Maria, Maria mãe...
Mãe de Jesus e nossa também.

Há em Maria, algo que se relaciona com toda a humanidade. Desde o ventre materno até aos nossos dias, existimos porque a nossa mãe disse sim a um projecto de amor. Também Maria o fez em relação a toda a humanidade aceitando o projecto de Deus. Por isso é nossa mãe intercessora. Nela cremos, esperamos, e por ela chegamos a Jesus Cristo seu filho, nosso salvador.

Paulo Gonçalves

terça-feira, 17 de abril de 2012

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (3ª SÉRIE)


22

A reciclagem chegou à arte, hoje muitas exposições são feitas com materiais reciclados. Fazer taças de decoração através de lamas de ETAR, desenhar malas de senhora com recurso a telas de publicidade já usadas, ou «transformar uma garrafa num casaco» são algumas das possibilidades que o lixo reutilizado oferece. O mercado de produtos reciclados está a infiltrar-se em Portugal e os resíduos que saem das nossas casas estão a ser reutilizados pela mão de alguns dos mais conhecidos artistas nacionais.
É muito positiva esta forma de aliar a arte à poupança de recursos.

Paulo Gonçalves