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terça-feira, 4 de junho de 2013

CAMINHO VERDADE E VIDA

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Hoje, pela manhã, saí de casa disposto a caminhar. O sol brilhava e o dia oferecia uma alegria resplandecente. Ao caminhar não pude deixar de reparar que as pessoas que comigo se cruzavam traziam uma tristeza em seu semblante. Eu próprio, devo transparecer esse duro semblante. A vida está difícil! A crise transtorna-nos!... Mas, que digo eu senhor? Se eu sei que tu me amas e que nesse amor está a verdadeira felicidade? Se eu cumprir o teu mandamento me completo porque tenho a quem amar e por isso também poderei ser amado sendo que assim serei, com certeza, realmente feliz.
Converte-me senhor, nesta minha maneira de ver o mundo e induz-me para o reconhecimento e descoberta do teu amor, fonte de luz e verdadeira felicidade.


Paulo Gonçalves

sábado, 1 de junho de 2013

HOMENAGEM AO PESCADOR

O humilde pescador
Com dignidade e amor
Honra a sua profissão
Faz da pesca a sua arte
E em qualquer barco parte
Pescando o peixe, seu pão.

Deixa a família e o lar
E vai para a faina do mar
Cheio de esperança e coragem
Pesca ao sabor da maré
Rezando com muita fé
À Senhora da Boa Viagem

Quando termina a pescaria
Numa grande euforia
Regressa ao cais de partida


Tem a família no coração
Na alma a convicção
Que o mar é a sua vida

Com os anos passando
À reforma vai chegando
E recorda com saudade
Nas águas do mar pescou
E em terra gravou
Toda a sua felicidade.


Lucília Gaspar

Repomos aqui este belo contributo da nossa querida colaboradora Lucília Gaspar.
Ao pescador muitas vezes esquecido.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

EDIFÍCIO CETEMARES

A ESTM vai construir muito brevemente um centro de investigação (denominado CETEMARES) no Porto de Peniche. O contrato de concessão com o IPTM já foi celebrado e o concurso para a adjudicação da obra está em fase de audiência prévia.
Trata-se de um Centro de Investigação e Desenvolvimento, Formação e Divulgação do Conhecimento Marítimo Social, destinado ao desenvolvimento das atividades, de investigação em Recursos Marinhos, de formação e divulgação no âmbito da aquacultura, dos recursos marinhos, da biotecnologia marinha, das pescas e do turismo da natureza.

terça-feira, 28 de maio de 2013

O NOSSO VERÃO

O calor do verão só chegará à Europa nos meses de setembro e outubro, segundo o canal francês "Météo". As previsões apontam para um dos verões mais frios dos últimos 200 anos.

sábado, 25 de maio de 2013

O AMOR

No amor está contido o mais belo sorriso.
O amor acontece quando dás ao outro.
O amor está em ti quando queres ajudar.
No amor só fazes o bem sem olhar a quem.
O amor faz parte de ti se não discriminas ninguém.
No amor respeitas tudo o que te rodeia.
No amor és sincero.
No amor és autêntico.
No amor és feliz.
No amor encontras Jesus e quando isso acontece, a tua vida é uma vitória.
Só no amor encontras a felicidade, porque no amor semeias e no amor colhes.
No amor nascem grupos como este.
Abre o coração!
Sê humilde!
Aceita!
Reza!
Constrói!
Expande!
Partilha!
Agradece!
AMA!
Tudo isto porque Jesus já demonstrou que te ama!
Caso não fosse assim, não estarias aqui!



Paulo Gonçalves

MOMENTO

Terno e único momento
Ora terço, ora louvor.
Em que a tua doce voz clamou
Resultado do teu amor

A lua beijou o homem
Candeia de sua mãe 
Suspiro de felicidade
Um anjo ao mundo vem.

O entrelaçar dos dedos
Ansiedade de puro desejo.
Agradecimento nos lábios
Contido no mais belo beijo.


Paulo Gonçalves 

MARIA

Maria, Maria mãe...
Mãe de Jesus e nossa também.

Há em Maria, algo que se relaciona com toda a humanidade. Desde o ventre materno até aos nossos dias, existimos porque a nossa mãe disse sim a um projecto de amor. Também Maria o fez em relação a toda a humanidade aceitando o projecto de Deus. Por isso é nossa mãe intercessora. Nela cremos, esperamos, e por ela chegamos a Jesus Cristo seu filho, nosso salvador.


Paulo Gonçalves

CENTRO DO AMOR

No centro do amor está Maria que nos conduz a esse mesmo amor que é seu filho Jesus Cristo.

(Paulo Gonçalves)

sábado, 18 de maio de 2013

ALMA


"Ventos de Poesia"


O vento gosto de sentir.
Gosto de sentir o mar.
Ter na vida esta força,
Que teima em me amarrar!

Nestes elementos emaranhado,
Pelo pulsar da natureza.
Minha alma glorifica a terra.
Regaço dessa beleza.

Vislumbro no Arco-Íris,
A luminosidade desse olhar.
A cor da tua alma.
Onde adoro navegar.

Mar imenso, imenso mar!
Meu suave murmurar.
Quanto mais de ti conheço,
Mais te quero amar!

Paulo Gonçalves

A TUA PALAVRA


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo 20,19-23)
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos».
Fonte: Bíblia Sagrada

EVANGELHOS


Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
(1 Cor 12,3b-7.12-13)
Irmãos: Ninguém pode dizer «Jesus é o Senhor», a não ser pela acção do Espírito Santo. De facto, há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum. Assim como o corpo é um só e tem muitos membros e todos os membros, apesar de numerosos, constituem um só corpo, assim também sucede com Cristo. Na verdade, todos nós - judeus e gregos, escravos e homens livres – fomos baptizados num só Espírito, para constituirmos um só Corpo. E a todos nos foi dado a beber um único Espírito.
Fonte: Bíblia Sagrada

EVANGELHOS


Leitura dos Actos dos Apóstolos
(Actos 2,1-11)
Quando chegou o dia de Pentecostes, os Apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar. Subitamente, fez-se ouvir, vindo do Céu, um rumor semelhante a forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que se exprimissem. Residiam em Jerusalém judeus piedosos, procedentes de todas as nações que há debaixo do céu. Ao ouvir aquele ruído, a multidão reuniu-se e ficou muito admirada, pois cada qual os ouvia falar na sua própria língua. Atónitos e maravilhados, diziam: «Não são todos galileus os que estão a falar? Então, como é que os ouve cada um de nós falar na sua própria língua? Partos, medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frigia e da Panfília, do Egipto e das regiões da Líbia, vizinha de Cirene, colonos de Roma, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes, ouvimo-los proclamar nas nossas línguas as maravilhas de Deus».
Fonte: Bíblia Sagrada

terça-feira, 14 de maio de 2013

CAMINHO VERDADE E VIDA


9

Ouvia hoje, o meu colega, que se mostrava indignado por no caminho para o trabalho, se cruzar com uma conhecida senhora, que se passeava na rua de terço na mão e a rezar. Eu próprio me admirei pois esta situação não é muito comum de se verificar, no entanto depois de refletir me questionei; Por que motivo nos admiramos com esta demonstração evangelizadora e de fé? Por que motivo é que ao ouvirmos dizer que alguém foi assassinado, atropelado ou que alguma casa ou instituição foram assaltadas já não nos espantamos? Não seria normal que isso acontecesse?
Ensina-os senhor, a enaltecer os bons hábitos e princípios, recolocando-os nos nossos dias ao ponto de nos admirarmos quando eles não acontecem.

Paulo Gonçalves

terça-feira, 7 de maio de 2013

EVENTOS DA NOSSA CIDADE


"Novidade"

25 De Abril e 1º de Maio

1
Festejar a revolução dos cravos e os direitos de quem trabalha á estar em Peniche visitando a fortaleza, praça-forte de Peniche e museu da resistência. Absorver as diversas exposições, visitar o museu da cidade e partilhar das festividades solenes e porque não saborear um bom prato da nossa gastronomia será sem dúvida, um momento que ficará guardado na memória de quem o fizer porque estar em Peniche é sentir Peniche e quem o sente jamais o esquece.

Paulo Gonçalves

sábado, 20 de abril de 2013

CAMINHO VERDADE E VIDA


8

Para sempre novo, desejo ficar. Ter um aspeto jovial, equilibrado e saudável, é fundamental para que me sinta feliz. Questiono-me…afinal o que será de suprema importância, senhor?
Toda esta jovialidade física, ou a jovialidade de espírito que advém da minha comunhão contigo, aprendizagem no testamento que me deixaste, no amor ao próximo ou na caridade para com o irmão.
Humaniza-me, senhor! Para que perante as contrariedades da vida eu não esmoreça e não me deixe invadir pelo, mais fácil, sentimento que enevoa e encobre o teu espírito, esse espírito que é de suprema importância que paire sobre mim.

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A MINHA FOLHA DE PAPEL


"Coisas de Poesia"

A minha folha de papel
Tem momentos e emoções
Suaves tentações
Grandiosas ilusões
Nesta folha eu escrevo
Pedaços da minha vida
Sentimentos…Fragmentos…
De grande alegria vivida.
Folha em que desenrolo
Nós de imaginação
Nela vou compondo.
Palavras do meu coração.

Paulo Gonçalves

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO (4ª SÉRIE)


32
Toda a evolução humana trouxe vantagens e desvantagens, a nível de algumas profissões como por exemplo; a agricultura portuguesa que tem vindo a perder competitividade devido a vários factores:
Os subsídios à produção agrícola não foram eficazes devido ao seu uso inadequado, por outro lado o apoio à produção dos países ricos facilita o empobrecimento dos países pobres.
As desigualdades continuam a acentuar-se.
Paulo Gonçalves

terça-feira, 9 de abril de 2013

LEMBRANÇAS (2ª SÉRIE)


Lembranças 15
(ÚLTIMO)

Lembro as festas desta cidade, no Campo da Republica. Lembro da barraca das fotografias, das cadeirinhas, do poço da morte, dos aviões, da bruxa que lia a sina e das velhas pistas de carrinhos com cheirinho muito artesanal. Que saudades eu e todos da minha geração tem, destes tempos e desta festa.
Hoje e felizmente, voltou a acontecer, (O Arraial) neste mesmo local.
Vivemos de saudade.
Que cidadãos somos nós, que permitimos que tal acontecesse?
Porque queremos ser tão modernos ao ponto de, na tentativa de melhorar as coisas, as estragamos?

Paulo Gonçalves

quinta-feira, 4 de abril de 2013

O 1º ELEMENTO (4ª SÉRIE)


ÚLTIMO


43
O mundo humano tem a inteligência e o discernimento para poder pensar no individual.
O meu “eu” fala, naturalmente mais alto, esqueço muitas vezes que o meu “eu” esquece toda a origem da minha vida e sigo construindo segundo a minha vontade. Porém, em certas ocasiões perco o controlo e eu interrogo-me acerca da presença de Deus na minha vida. Como quero eu que ele se manifeste se me esqueço constantemente dele? Como posso esperar que o caminho seja o certo, se não é o caminho escolhido não é o de Deus?
Que legitimidade tenho para cobrar o que quer que seja quando eu não dei nada?
Vale a pena reflectir.

Paulo Gonçalves

Aquele Dia



“Mágica Maresia”


Transportava consigo uma mágoa que lhe apertava o peito e que transformava os seus dias em dias um pouco mais amargos;
Lembrava os seus tempos de infância e das brincadeiras que eram momentos de alegria e que foram sempre inesquecíveis, isto até um certo dia:
O seu pai ia todos os dias para o mar e como detestava ser acordado pelo despertador lá lhe incumbia de o despertar a tempo de se apresentar para a sua faina diária, ele fazia isso sempre com muito gosto e lá ia sempre com uma hora de antecedência chamar o seu pai.
Estava uma bela tarde e não abdicou daquelas brincadeiras com os seus amigos quando de repente ao olhar para o relógio, se deparou com a hora tardia, foi a primeira vez que tal acontecera. De imediato foi a correr a chamar o seu pai pois já estava atrasado e, por certo, ia ouvir ralhar. Ao chegar ao quarto chamou por ele.
- Pai! Acorda, eu esqueci-me de te chamar.
O meu pai olhou para o relógio e disse:
- Meu Deus! Estiveste na brincadeira não foi?
Claramente incomodado respondeu:
- Sim, estive.
Já de saída, e enquanto esperava uma reprimenda que surpreendentemente não vinha, o seu pai voltou atrás aproximou-se e abraçou-o beijou-o na face e para espanto seu ainda esboçou um carinhoso sorriso.
- Até amanhã, filho.
- Até amanhã, pai.
Este foi o dia mais inesquecível da sua vida pois foi a última vez que esteve com o seu pai. No dia seguinte soube que o barco tinha embatido contra uma rocha afundando depois. O seu pai faleceu nesse embate.
Até hoje se pergunta: O que foi aquele esquecimento? Porque não se manteve esquecido?
Porque não deixou que Deus continuasse a atuar? Porque Deus se manifestou deste modo e  não teve capacidade de perceber? Porquê? Porquê?
História que pode pertencer a um qualquer filho de um qualquer pescador.

Paulo Gonçalves